quarta-feira, novembro 23, 2005
Meu lugar...
sexta-feira, novembro 18, 2005
Pictures In The Wall
People pass by, and some look down on me and wonder. I can hear them ask why it is that I am like this, and how did I ever allow myself to become so. It amuses me to imagine their expressions if I was ever to tell them why; tahat I chose to live in the edge of the society because I choose to be like a child that is concerned only with the day ahead, and with all the excitement and amusement, that the day may bring. I do not curse the skies, or sin against the heavens, because I stay away from all constraints. I belive in everything and in nothing at once, and acknowledge that the world is not mine to control. I realised long ago that I wish only to walk and live life, for the sheer pleasure of doing so, for i had already spent enough time doing quite the oposite.
For as long as i can remember, I have been building walls around me on which I paint my passing fantasies, so it is no wonder that I am a lone walker. Long time has passed since i have lost count of the walls I have Put up.
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Las personas pasan, y algunos bajan la mirada en mi dirección y se hacen preguntas. Yo consigo oírlos cuando se preguntan por qué me encuentro así. Me entretengo imaginando sus caras si alguna vez me propusiera explicar por qué; que escojo vivir al margen de la sociedad porque escojo ser como un niño que apenas se preocupa con el día siguiente, con todas las sensaciones nuevas que le pueda traer. No maldigo a las nubes, ni peco contra los cielos, porque me mantengo alejado de los problemas. Creo simultáneamente en todo y en nada, y reconozco que el mundo no es mío ni lo puedo controlar. Hace ya mucho tiempo que me di cuenta de que apenas deseo andar y vivir la vida, por el mero placer de hacerlo, porque ya he perdido demasiado tiempo haciendo lo contrario.
Desde que me acuerdo, he estados construyendo paredes a mi alrededor, paredes donde dibujo mis fantasías pasajeras; por eso, no es de admirar que sea un caminate solitario. Ha pasado mucho tiempo desde que perdí la cuenta de las paredes que erguí.
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As pessoas passam, e algumas descem o olhar na minha direcção e questionam-se. Eu consigo ouvi-los quando se perguntam porque é que me encontro assim. Entretenho-me a imaginar as suas caras se alguma vez me propusesse a explicar porquê; que eu escolho viver na margem da sociedade porque escolho ser como uma criança que apenas se preocupa com o dia que se segue, com toda a exitação e divertimento que ele possa trazer. Não maldigo as nuvens, nem peco contra os céus, porque me mantenho afastado dos constragimentos. Acredito simultaneamente em tudo e em nada, e reconheço que o mundo não é meu para dispor ou controlar. Há muito atrás, apercebi-me que apenas desejo andar e viver a vida, pelo mero prazer de o fazer, porque já perdera demasiado tempo a fazer o contrário.
Desde que me consigo lembrar, construí paredes à minha volta, paredes onde desenho as minhas fantasias passageiras; por isso, não admira que eu seja um caminhante solitário. Já passou muito tempo desde que perdi a conta das paredes que ergui.
(...)
in "Pictures In The Wall"
terça-feira, novembro 01, 2005
Se Perguntarem por mim
Morro se morrer
Amiga solidão
Inimigo? o coração
A vida é uma canção
Todos os dias desafino
Com o ritmo não atino
Solidão é imensa
Tristeza é intensa
Será que compensa?
Compensa viver assim?
Será isto o inicio do fim?
Se perguntarem por mim
Digam que voei...
Numa nuvem me sentei
Nela deitado sonhei.
Caminhei sem fim
Voei sem destino
Procurei o caminho
Sem nunca o encontrar
Voltei ao meu lugar
Sem lhe pertencer
Voltei a errar
Sem o erro perceber
Que mal fiz eu
Ou que não fiz
Olhando o céu
Me perguntei
Se foi isto que eu quis.
Não arranjo solução
Problemas me invadem o coração
Uma imensa ilusão
Mera sensação de vida
Pouco sentida
De tudo isto já me cansei
Criei um escudo
Fugi de tudo
Asas ganhei
Com elas voei
E se por mim perguntarem
E em lado nenhum, me encontrarem
Simplesmente digam que voei.
2005
quarta-feira, outubro 26, 2005
O amor é fodido
Porquê?
Porque é que se torna tão dificil esquecer quando assim o queremos, porquê?
Porque é que não consigo esquecer quem não devo lembrar e remeter-me à minha amiga solidão, ao seu silêncio, à sua frieza, à sua imensidão. Seria tudo tão mais fácil, sim seria... Fácil como se se pudesse apagar essas memórias, memórias que se cruzam, que entram em conflicto, com pensamentos que surgem no coração, pensamentos estes sem razão nem fundamento, que não passam de meras ilusões que nos alimentam o coração e nos desiludem a alma.
Porque é que volta sempre a lembrança daquele sorriso, daquele olhar ou daquela palavra. A saudade que aperta quando se está longe e a saudade que incomoda quando se está perto. Desespera-se pelo som dessa voz, mas que depois de ouvir, deseja-se nunca ter voltado a ouvi-lo. O som dessa voz que costomava ser melodiosa e reconfortante e que agora corta a alma como se de facas se tratasse.
Porque é que as escolhas são feitas por um coração que primeiro age e só depois nos faz pensar nas consequências. Acções irreflectidas, pensamentos sem sentido, sonhos perdidos... Ilusões.
Porquê?
Gostava de um dia poder, tudo isto, explicar. Pois neste momento não encontro uma explicação credivel para as razões que me levam a amar sempre quem não devo.
Porquê?
terça-feira, outubro 18, 2005
Nunca mais, a serio que nunca mais
Juro que nunca mais caio noutra, aquilo é mau. E sinceramente, não percebo como é que há tantas pessoas no mundo inteiro que comem aquela porcaria (isto para não dizer outra coisa) todos os dias, como é que aqueles estomagos aguentam?
Eu, volto a dizer, nunca mais.
E tenho dito.